O DOM DA ARTE

Tal qual os primeiros passos, Ia juntando pedaços Acerca daquele tema. Qual não fora o privilégio, Ver no mural do colégio Estampado o tal poema?! E vieram outros escritos, Nesse mistério infinito Que habita a inspiração… E o menino poeta

LITORÂNEO

Raiou a luz de uma primavera Pelas querências do nosso lugar, Nessa porfia de histórias tantas Há um verso novo para celebrar:   – Amigo, que ventos o trazem Nesse rancho simples de pescador? – Eu vim unir os meus

BUSCA

Hoje eu vou sair à rua Vou levar a alma nua É o que eu posso desnudar Procurar outra mulher Que andei aprisionando Vou seguir me procurando Nem que seja pra chorar   Vou levar a alma livre Como estou,Deus