Letra de Paulo Ricardo Costa, Santa Maria – RS e Música de Emerson Martins, São Vicente do Sul – RS.

Uma casinha branca no pé da serra…
Rodeada de jasmineiro e orquídeas em flor,
No fundo, um mato fechado de primaveras,
Recanto que é o paraíso de um cantador;
Na frente, um João Barreiro fez sua casa,
Talvez, porque também sofra da mesma dor,
Mas leva a liberdade sobre suas asas…
E voa para ir buscar o seu amor;
Vai…JoãoBarreiro…
Vai…João Barreiro…
Me deixa aqui, sozinho,
Eu abraçado no pinho,
Cantando pra espantar a dor;
Um riacho de água corrente e cristalina,
Que se encosta logo adiante, no ribeirão,
Bebe a angústia de tarde que se termina,
No silêncio tão vazio de um estradão;
Até o simples rangido de um carro de boi,
Já é motivo da dor desse meu coração…
Que guarda uma saudade de quem se foi,
Deixando esta tristeza e a solidão;
Vai…João Barreiro…
Vai…Lá dizer a ela…
Que estou sofrendo de dor,
Sentindo a falta do amor,
 
Dos beijos e abraços, dela;

Arranjo: Coletivo
Violão: Jair Medeiros
Bateria: Renato Popó
Acordeon: Guilherme Goularte
Violão e vocal: Piero Ereno
Baixo: Felipe Álvares
Interprete: Arison Martins e Emerson Martins

 

EU E O JOÃO DE BARRO
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