PODE SE MISTURAR

Letra e música e arranjos de Caio Martinez  Intérprete: Caio Martinez Ando de carro importado Com vidro blindado e motorista Já não economizo Nem compro a perder de vista Me limpei na Cerasa E fiz casa no morro de Mangueira Lá

O PEDRO E O MANINHO

Letra de Carlos Omar Villela Gomes de Santa Maria Música de Piero Ereno de Sta Maria Intérpretes: Ângelo Franco e Itá Cunha Era o Pedro e o Maninho Naquela grota sem nome… Tomando uns tragos de vinho E capando lobisomem. Mais um gole, mais um trago

MILONGA DAS SETE FACES

Música de Ricardo Martins e Matheus Alves Interpretes: Ângelo Franco, Ricardo Martins, Felipe Ocana e Ita Cunha A milonga é nossa arte Que voa no céu da voz… Há milonga em toda parte, Ponteando dentro de nós! O violão dormente acorda No dedilhar

A LUZ DA CORAGEM!

Letra: Guilherme Suman e Thiago Suman  Música: Adriano Sperandir e Cristian Sperandir  Intérprete: Adriana Sperandir O medo dobra a esquina, Surpreendendo com seu fel… A coragem desatina E não cumpre o seu papel! Pois veio afiando as garras, (Saliva em presas caninas) O valente se desgarra, Quando

HINO A NINKASI

Letra e música: Bárbara Jaques de Góes e Thiago Lasserre Ferreira Intérprete: Babi Jaques e Os Sicilianos Hoje vou amargar após horas depois Hoje vou amargar Te ver chorar depois ou ver sorrir. Faço um dia fraco parecer encantador Faço as pessoas

CORES E AROMAS

Letra: Zé Renato Daudt e Túlio Urach  Música:Miguel Azambuja  Intérprete: Juliano Barreto Sobreviver… De tombo em tombo a gente vai aprender Reculutar… Tocar adiante o que há por realizar Reascender… Dentro do peito a chama do bem-querer  Saborear… Cores e aromas com milonga e

ÁGUA BOA DE BEBER

Letra: Paulo Delfino Música: Zé Alexandre Intérprete: Zé Alexandre O caminho era de barro A água é de beber Mas corria feito um rio Pelo tempo do meu corpo Pelo berço do meu sonho…  E luzia feito ouro E ardia pedra-fogo  Então

A PEDRA QUE DESPENCOU

Gênero/Ritmo básico: Milonga Letra: Diego Müller, Sérgio Sodré e Cristiano Barbosa (Canoas – RS) Música: Robledo Martins e Maurício Lopes (Pelotas – RS) Devolvo ao lugar antigo A pedra que despencou Do memorial que ficou Num fundo de inyernada… Silhueta